Em um buraco numa pedra vivia uma fuinha. Era uma fuinha alegre e estava sempre cercada de outras fuinhas; sempre conversando. Certo dia a fuinha viu nos arredores do bosque onde vivia algumas luzes piscando e logo pensou: “Vagalumes!”. Naquela época do ano seria difícil ver um vagalume animado piscando suas luzes, mas feliz com a chance de brincar com um vagalume naquela noite a fuinha foi correndo, saltando galhos e pedras, ate o lugar onde as luzes piscavam. Quando chegou no lugar, uma clareira no meio do bosque, percebeu que não eram vagalumes mas sim uma caixinha preta que fazia um barulho engraçado. Ao olhar a volta a fuinha se assustou: estava cheio de pessoas ali! Elas estavam prendendo tábuas de madeira, umas nas outras, para fazer algo que parecia ser uma casa. Com medo ela correu por uma das tabuas, desviou do balde de pregos, pulou sobre a caixa de ferramentas e SPLASH! Quando deu por si estava dentro de um balde de tinta grudenta e roxa. Com um pulo a fuinhas saiu do balde e correu de volta para o bosque, direto para sua toca de pedra. Chegando lá a fuinha se sacudiu, se chacoalhou, se esfregou e se torceu, mas nada da tinta roxa sair. Cansada e assustada a fuinha dormiu ali mesmo na entrada de sua toca. No dia seguinte, ao acordar, viu que haviam outras fuinhas em torno de sua toca; todas falando entre si:
– O que é aquilo? — perguntava uma
– Acho que é uma fuinha – respondia outra
– Mas fuinha roxa? — estranhavam
– Acho que não é fuinha não! - cochichava uma terceira
– Talvez esteja doente. Melhor não chegarmos perto. — Concluía uma quinta, logo recebendo o apoio das demais.
– Verdade. Não cheguem muito perto – Falavam.
A partir desse dia a fuinha passou a viver sozinha. Ninguém falava com ela. Todos evitavam chegar perto. E quando a fuinha tentava explicar o que era aquilo as outras corriam com medo de ficarem daquele jeito também, só por ouvir o que a fuinha pudesse falar.
Semanas se passaram e a fuinha ficava cada vez mais triste. Ninguém tinha coragem de falar com a fuinha roxa. Mas sem poder conversar a fuinha escutava. Ficava sempre por perto das outras, escondida se necessário, escutando as conversas e pensando em seus próprios comentário.
Ouvindo as conversas das outras fuinhas acabou ouvindo falar de um furão que vivia do outro lado do bosque. Era um furão calado, sem amigos, sempre atarefado e um tanto antipático. Curioso, o furão estava sempre prendendo galhos com barbantes de casca de brotos para fazer coisas novas que vinham a sua cabeça. E por sua habilidade com as coisas acabava sendo procurado por outros animais para que os ajudassem com alguma coisa. Sempre que alguém lhe pedia alguma coisa o furão ja virava as costas. Era um tanto rude, verdade, mas virava as costas e ia logo fazer aquilo que lhe era pedido. Na verdade o furão não ligava para os outros animais. Quando alguém aparecia para te pedir um favor ele mal via o animal e sua cabecinha já começava a pensar na nova tarefa, desafio ou problema a ser resolvido. Era um furão sério, mas se divertia.
Ao saber disso a fuinha resolveu procurá-lo. Quem sabe ele mal olhasse para ela e se preocupasse apenas em resolver o problema. Chegando lá o furão estava fazendo uma caixinha, talvez uma casinha, de gravetos e barbantes para um passarinho que estava de pé sobre um tronco caído logo ao lado.
Ao ver a fuinha roxa o furão largou a ponta de barbante que tinha entre os dentes, fazendo desmontar grande parte da casinha quase pronta e fazendo o passarinhos voar de um lado pro outro, piando e reclamando. Correu em direção a fuinha roxa e parou a alguns centímetros dela, apoiado sobre as patas traseiras e mechendo as patas dianteiras sem saber o que fazer com elas.
Antes que a fuinha abrisse a boca o furão começou a falar:
– Você é uma fuinha! Olha Olha! É sim! Mas é diferente das outras fuinhas! AH! tem borboletinhas na minha barriga e num consigo parar de sorrir! Que diferente!
Naquele momento a fuinha começou a se sentir feliz por ter caído naquele balde de tinta, e o furão continuou:
– Eita! Que diferente! Todos os dias um monte de animais bate em minha porta, das mais variadas espécies, mas nunca nenhum tão diferente! Me sinto feliz com você aqui na minha frente! Será que você nasceu assim pra me deixar feliz e viver comigo? Será? Será?
Então a fuinha ficou triste e baixou a cabeça. Aquela felicidade parecia ter ido embora, pois ela não tinha nascido roxa, mas apenas tinha caído num balde de tinta.
– Eu não nasci assim… eu estava andando no bosque e tinha um balde e pessoas… essa cor não é minha… — Começou a explicar a fuinha mas o furão interrompeu:
– A tinta? Eu sei. Isso é tinta que pessoas usam pra pintar madeira. É difícil de tirar mas sai com óleo de casca de pinheiro. Eu sei que fuinhas não nascem roxas, mas não era disso que eu estava falando.
Depois disso o furão sorriu. E a fuinha também sorriu. E ficaram ali se olhando calados; sorrindo.








filme pornô) armada com uma big fucking metralhadora. No ápice de sua maldade ela, logicamente, abre fogo. Os três tiros disparados atingem os alvos com precisão: As três únicas lâmpadas incandescentes que iluminam TODO o complexo, deixando o local na mais absoluta escuridão. Os três pivetes e os ninjas vilões profissionais ficam perdidos feito baratas tontas, no escuro quando a vilã revela sua estratégia e grita: “Usem as mascaras de visão noturna, seus idiotas”. Poxa, como puderam esquecer que ali no chão, exatamente entre seus pés, no lugar em que tombaram na luta, estavam as máscaras de visão noturna? Todos se abaixaram, pegaram suas máscaras, vestiram em foram chutar as bundas mirins. Depois de uma sova ninja um dos garotos tropeçou e ficou pendurado numa ponte em meio ao complexo. Ouvindo os gritos de ajuda, o pivete mais novo usou uma bomba de luz ninja e cegou todos os vilões (gostaria apenas de lembrar que eles ainda usavam as máscaras) por tempo indeterminado (acho que 3d12 + bonus de sabedoria). Aproveitando que os ninjas não podiam mais ver, os dois pivetes foram lá ajudar o terceiro. Tentaram levantar o que estava pendurado com as duas mãos mas não conseguiram. Logicamente, ao ver o relógio de seu mestre os três adquirem forças para se erguer e lutar contra os ninjas malvados.
e são arrancadas com um único golpe de chave inglesa. Pronto! Os cilindros e a bomba correm corredor a fora em direção ao mar! Faltando poucos segundos, será que a bomba vai se afastar a tempo? Enquanto isso os bandidos (e a atriz de filme pornô) estão comemorando em seu barco quando… oque? não? não pode ser! Um CG de baixa qualidade está indo em direção ao barco! Logicamente é a bomba aeropropelida em seu ultimo segundo de contagem regreciva que então BUUMM!! Hora de levantar e ir pra aula.
em todo o mundo. Na Europa, a bebida alcoólica é um dos principais problemas de saúde pública, causando 60 diferentes tipos de doenças, sendo responsável por 7,4% das doenças e mortes prematuras na União Européia. O álcool é ainda responsável pelo nascimento de 60 mil bebês com peso insuficiente, por nove milhões de crianças viverem em famílias afetadas pelo álcool. Estima-se que o álcool custe anualmente na Europa 125 bilhões de euros (R$ 344,5 bilhões), em valores de 2003, em gastos com doenças, acidentes, ferimentos, crimes e perda de produtividade.
Tem vezes que a inspiração é tão grande que parece que vamos explodir. Por mais que tentemos lutar é impossível manter aquilo preso. Impossível resistir. Mas quando podemos colocar aquilo pra fora e então olhar o resultado… É nesse momento que um sorriso brota no rosto, inevitavelmente, e por lá fica enquanto contemplamos a felicidade. E agora que me perco: Eu estava falando de inspiração ou paixão? Essas coisas tem o mau hábito de se confundir em mim.

